RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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PAIVA E PONA. (António de) ADDICC,OENS A’ ORPHANOLOGIA PRATICA,

OBRA POSTHUMA, QUE DEIXOU composta na Lingua Latina o Dezembargador ANTONIO DE PAYVA, E PONA, TRADUZIDA POR JOZE’ DE BARROS PAYVA, E MORAES PONA, Cavalleiro professo na Ordem de Christo, e Monteiro-Mór da Comarca de Villa Real, Filho do Author. OFFERECIDA AO EXCELLENTISSIMO, E REVERENDISSIMO SENHOR D. Fr. ANTONIO DE SOUSA, Ex-Provincial dos Eremitas da Ordem de Sancto Agostinho; Bispo do Porto, e do Conselho de Sua Magestade, &c. PORTO. Na Offic. Episc. do Cap. Manoel Pedroso Coimbra. M. DCC. LXI [1761].

In 4º (19,5x15 cm) com (viii)-318 pags.

Encadernação da época inteira de pele com ferros a ouro na lombada, cansada.

Impressão a duas colunas. Adição à obra inicialmente publicada em 1713.

Inocêncio I, 218: “António de Paiva e Pona, Bacharel em Leis pela Universidade de Coimbra. Serviu alguns cargos de Magistratura, e era Provedor da Comarca de Évora em 1728. Foi natural de Bragança, e nasceu em 1665. Ignoro a data do seu óbito, que todavia foi anterior ao ano de 1759. «Esta obra [Orfanologia Prática] é a delícia de todos os sciolos»; diz falando dela o autor do Demétrio Moderno a pag. 152. Hoje não tem no mercado mais que um valor insignificante, apesar de ser considerada clássica em linguagem por andar mencionada no Catalogo da Academia.”

Referência: 1106JC045
Local: M-15-D-20


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