RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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CORTESÃO. (Jaime) OS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES.

Editora Arcádia. Lisboa. S/d [1960-1962].

De 32x25,5 cm. com 556; 443, [i] págs.

Encadernações do editor, inteiras de pele, com ferros a ouro nas lombadas e nas pastas com motivos decorativos alusivos aos descobrimentos, cruzes de Cristo, quinas, âncoras, cordas, nau a navegar e astrolábio. Cortes das folhas lavrados.

Ilustrado com mapas e gravuras a cores e a preto e branco no texto e em extra-texto, alguns desdobráveis, sobre papel couché.

Edição de luxo editada em 30 fascículos. Grandioso empreendimento editorial, que levou à realização de uma edição monumental. Impressão com belos caracteres sobre papel offset, muito encorpado e com grandes margens.

1ª edição de uma obra fundamental para o conhecimento da grande epopeia dos descobrimentos, da autoria de um dos maiores especialistas da história de Portugal dos séculos XV ao XVII. Fruto de um trabalho aturado de pesquisa em muitos arquivos nacionais e estrangeiros e da análise e revelação de documentos inéditos, o autor defende a excepcionalidade dos descobrimentos portugueses e a teoria da política de sigilo. 

O autor afirma no prefácio: «a história não obedece apenas a um determinismo geográfico e económico. Não ignoramos que a trama comum do passado é tecida pelo esforço dos homens, na luta quotidiana com a natureza e sob o acicate das necessidades primárias. Negar, porém, a parte das aspirações espirituais e da criação individual na história é reduzi-la a um arremedo inumano de ciência.»  

Trabalho dividido em duas partes: "Roteiro geral dos descobrimentos portugueses" e "Influência dos descobrimentos portugueses na história da humanidade".    

Jaime Zuzarte Cortesão (Ançã, Cantanhede 1884 - 1960) com formação em medicina, foi político, escritor, poeta e historiador especializado na história dos descobrimentos e subsequente colonização em especial a formação do território do Brasil.  Foi deputado, participou, como capitão médico, no esforço do Corpo Expedicionário Português em França, fundou a revista Seara Nova e foi director da Biblioteca Nacional. As suas posições políticas levaram-no a prolongados exílios em França e no Brasil, donde só voltou em 1957.

Referência: 1205JC011
Local: M-2-A-13


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