RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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LEITE DE VASCONCELLOS. (José) ETNOGRAFIA PORTUGUESA.

Tentame de sistematização pelo Dr… Professor catedrático (aposentado) da Universidade de Lisboa, Director honorário (fundador) do Museu Etnológico. [A partir do volume IV] Organizados por M. Viegas Guerreiro, com prefação de Orlando Ribeiro e colaboração de Alda da Silva Soromenho e Paulo Caratão Soromenho.

Imprensa Nacional de Lisboa/Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Lisboa. 1933-1988.

Obra em 10 volumes de 28x21 cm. Brochados. Ilustrados no textos com desenhos e fotogravuras.

Exemplar com as capas do tomo III oxidadas por acção do tempo.

Volume I: 1980. 2ª edição. Com x, 390 pags.

Introdução da obra com a definição de Etnografia, divisão da etnografia portuguesa, fontes de investigação etnográfica, importância da etnografia e de como se organizou esta obra.

Volume II: 1980. 2ª edição. Com viii, 720 pags.

Livro I – A Terra de Portugal. Parte I, descrição física do território continental e ilhas adjacentes. Parte II, História do território e povoamento propriamente dito.

Volume III: 1980. 2ª edição. Com viii, 796 pags.

Livro I – (conclusão). Parte III, divisões tradicionais do território. Parte IV, deambulações panorâmicas.

Volume IV: 1982. 2ª edição. Com xxviii, 674 pags.

Livro II – O Povo Português. Parte I, Origem do povo português. Parte II, grupos étnicos. Parte III, resenha da população no decurso dos tempos. Parte IV, feixe de caracteres do povo português.

Volume V: 1982. 2ª edição. Com x, 710 págs.

Livro III – Vida Tradicional Portuguesa (o individuo, a família, a sociedade). Parte I, nascimento e infância; entrada nas lutas da vida. Parte II, vida material de adulto.

Volume VI: 1983. 2ª edição. Com VIII, 776 págs.

Livro III – Vida Tradicional Portuguesa (o individuo, a família, a sociedade). Parte II (conclusão), vida material de adulto.

Volume VII: 1980. 1ª edição. Com xviii, 646 págs.

Livro III – Vida Tradicional Portuguesa (o individuo, a família, a sociedade). Parte III, vida psíquica.

Volume VIII: 1982. 1ª edição. Com x, 590 págs.

Livro III – Vida Tradicional Portuguesa (o individuo, a família, a sociedade). Parte III, vida psíquica.

Volume IX: 1985. 1ª edição. Com xvi, 724 págs.

Livro III – Vida Tradicional Portuguesa (o individuo, a família, a sociedade). Parte III, vida psíquica.

Volume X: 1988. 1ª edição. Com viii, 840 págs.

Livro III – Vida Tradicional Portuguesa (o individuo, a família, a sociedade). Parte III, vida psíquica. Parte IV, Aproximação dos sexos. Família. Morte. Parte V, sociedade politicamente organizada.

Realizado com o intento de elaborar um tratado geral de Etnografia Portuguesa, este é um trabalho do mais importante e exaustivo que alguma vez se realizou em Portugal. O conjunto das obras de José Leite de Vasconcellos representa mais de sessenta anos de trabalho ininterrupto nos campos da Filologia, da Etnografia e da Arqueologia onde foi “primus inter pares” deixando um vasto leque de informação que viria a servir as gerações vindouras. Infelizmente no que diz respeito à sua “Etnografia Portuguesa” só conseguiu ver o terceiro volume saído dos prelos, tendo sido todos os outros publicados postumamente.

Este vulto maior da cultura portuguesa contemporânea, nascido no seio de uma família aristocrata na aldeia vinhateira de Ucanha do concelho de Tarouca a 7 de julho de 1858, foi um grande erudito, professor exigente e eterno celibatário. Viveu de forma simples e austera, sensível e solidário com os mais desfavorecidos.

Tomou posse do lugar de conservador da Biblioteca Nacional em fevereiro de 1888. Trabalhou nesta instituição durante 23 anos. Empenhou-se na criação de um museu dedicado ao conhecimento das origens e tradições do povo português, projeto apoiado por Bernardino Machado, à época Ministro das Obras Públicas e responsável pela criação do Museu Etnográfico Português em 1893. Instalado inicialmente numa sala da Direção dos Trabalhos Geológicos, este museu foi transferido em 1900 para uma ala do Mosteiro dos Jerónimos. Inaugurado a 22 de abril de 1906, designou-se Museu Etnológico (atual Museu Nacional de Arqueologia), denominação que detinha desde 1897. Em 1929 atingiu o limite de idade e aposentou-se. Em sua homenagem, o Museu Etnológico passou a ter o seu nome.

Faleceu aos 82 anos, em lisboa, a 17 de Maio de 1941, deixando em testamento ao Museu Nacional de Arqueologia parte do seu espólio científico e literário, incluindo uma biblioteca com cerca de oito mil títulos, para além de manuscritos, correspondência, gravuras e fotografias.

Esta obra pesa mais de 14 Kg. e está sujeita a cobrança de portes adicionais. / This work weighs more than 14 Kg. and is subject to extra shipping charges.

Referência: 1210JC102
Local: I-40-D-6


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