RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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GOMES FREIRE DE ANDRADE. ENSAIO SOBRE O METHODO DE ORGANISAR EM PORTUGAL O EXERCITO

RELATIVO Á POPULAÇÃO, AGRICULTURA, E DEFEZA DO PAIZ, POR GOMES FREIRE DE ANDRADE, Marechal de Campo. LISBOA Na Nova Officina de João Rodrigues Neves. Anno de 1806. Com Licença da Meza do Desembargo do Paço. 

In 4º de 20x14 cm. Com xii, 407, [i] págs.

Encadernação da época inteira de pele, com ferros a ouro e falta o rótulo com o título na lombada.

Profusamente ilustrado no texto com mapas e em extratexto com seis mapas desdobráveis.

Exemplar com assinatura de posse de “Jozé Joaquim Vieira Couto” na folha de rosto.

A presente obra é um testemunho das qualidades de planeamento de Gomes Freire de Andrade e uma exposição do seu pensamento militar, que reflete a consolidação de um “saber de experiência feito” numa época de transformações da actividade militar, ao nível da táctica, organização, recrutamento e, de um modo geral, do pensamento militar, curiosamente na mesma época em que Clausewitz também escreveu sobre a importância do triângulo Exército-Governo-População.

Esta obra permite estudar um aspecto da sua vida - a actividade como militar - que merece ser mais conhecido. Nela se reflecte a experiência de militar “operacional”, com a singularidade de ter servido na componente naval e na terrestre, onde recebeu a influência das melhores escolas da sua época, a inglesa, na componente naval, e a prussiana ao nível do exército, quando serviu na Rússia (1788-1790).

Gomes Pereira Freire de Andrade e Castro (Viena, Áustria, 1757 – Lisboa, 1817) foi um nobre português, filho do embaixador de Portugal em Viena, aparentado com as mais ilustres famílias do Reino, como os Condes de Bobadela e os Marqueses de Minas. Seguiu a carreira militar, sendo em 1796 Marechal de Campo e em 1807 Tenente-General. Aquando das invasões francesas, Gomes Freire colocou-se ao serviço dos invasores, integrando a Legião Portuguesa, como segundo comandante e continuou ao serviço da França Napoleónica até ao final, em 1815. Foi sobretudo um comandante no terreno em combates diretos, demonstrando elevada coragem e abnegação.

De volta a Portugal, foi ilibado de todas as responsabilidades e dedicou-se ao desenvolvimento da Maçonaria, tendo sido nomeado Grão-mestre. Envolvido numa conspiração, foi condenado à morte e executado em S. Julião da Barra, no dia 18 de Outubro de 1817. Depois da revolução Liberal de 1820 a sentença foi anulada por outra publicada em Maio de 1822.

Além da presente obra escreveu “O Plano de Defesa de Lisboa” (1799).

 In 4º. 20x14 cm. xii, 407, [i] pp.

Binding: contemporary full calf with gilt tools on spine, missing the label with the title.

Profusely illustrated in text with tables of data and six folded tables of data hors-text.

Copy has an ownership title “Jozé Joaquim Vieira Couto” on title page.

This work is a testimony to Gomes Freire de Andrade’s planning skills and an overview of his military thinking, which reflects the consolidation of a “knowledge coming from experience” at a time when military activity was going through changes at tactics, organisation, and recruitment levels and, overall, the whole military thinking. Curiously at the time when Clausewitz also wrote about the importance of the Army-Government-Population triangle.

This work makes it possible to study one aspect of his life - his activity in the military - that deserves to be better known. It reflects his experience as a soldier, with the singularity of having served in the navy component and in the army, having been influenced by the best schools of his time: the English, in the naval component, and the Prussian, at army level when he served in Russia (1788-1790).

Gomes Pereira Freire de Andrade e Castro (Vienna, Austria, 1757 - Lisbon, 1817) was a Portuguese nobleman, son of the Portuguese Ambassador in Vienna, related to the most illustrious families of the Kingdom, such as the Counts of Bobadela and the Marquises of Minas. He pursued his military career, and in 1796 was Field Marshal and later, in 1807, Lieutenant General. During the French invasions, Gomes Freire placed himself at the service of the invaders, integrating the Portuguese Legion, as second commander, and continued in the service of Napoleon’s France until the end, in 1815. He was, above all, a commander in direct combat, showing high courage and self-sacrifice.

Back in Portugal, he was cleared of all responsibilities and dedicated himself to the development of Freemasonry, having been appointed Grand Master. Involved in a conspiracy, he was sentenced to death and executed in S. Julião da Barra on 18 October 1817. After the Liberal Revolution of 1820 the sentence was revoked in May 1822.

He also wrote “O Plano de Defesa de Lisboa” [The Lisbon Defence Plan] (1799).

Ref.: Pedro Marquês de Sousa. Gomes Freire de Andrade (1757-1817): O MILITAR. Revista Militar-Fev-Março de 2019. Inocêncio IX, 150-151.

Referência: 1507JC037
Local: PCS1


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