RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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MADUREIRA FEIJÓ. (João de Morais) ARTE EXPLICADA. SEGUNDA PARTE. SINTAXE.

Para uso DO EXCELLENTISSIMO DUQUE DE LAFOENS. Pelo seu Mestre JOAÕ DE MORAES MADUREIRA FEYJÓ. Da Noblissima Casa dos Morgados de Parada, Solar dos Madureyras Feyjós deste Reyno, Bacharel em Theologia, e Prior da Igreja Parochial da Villa de Ansãa. Segubda Impressaõ. Coimbra: Na Officina de LUIS SECO FERREYRA, Anno de 1739. Com as licenças necessárias.

In 8º de [xl], 231, [i], 215 (isto é 216) págs.

Encadernação da época inteira de pele, um pouco cansada e com perda de pele na parte inferior da lombada.

Folha de rosto decorada com pequeno florão. Texto ornamentado com cabeções alegóricos ou compostos por vinhetas tipográficas, com iniciais decoradas e com florões de remate.

Tem erro de paginação, na segunda parte a existem duas páginas 68.

Exemplar com assinatura de posse repetida duas vezes, na frente da folha de guarda: «Para uso de Manoel Roiz Mendes» e com a frase «Creio em Deos Padre todo poderoso». No verso da mesma folha tem assinatura de posse mais recente: «Este Livro he de Candido Joaquim de Magalhaens he seu Donno».

As folhas preliminares sem numeração contêm: Divisão da obra, Dedicatória, impressa em itálico e elogio ao Duque Lafões, poesias em louvor do Duque e do autor, Ao Leytor, Licenças com os pareceres de Fr. Manuel de Cerqueira, Fr. Estacio da Trindade, P. António de Faria e Simão Estevens, Declarçaõ da obra, Método para estudar por esta explicação e Erros e emendas desta segunda e terceira parte. A partir da página 167 da segunda oaginação inclui uma Reposta apologética a ataques feitos à Gramática do P. Manuel Álvares.

Obra destinada a facilitar o acesso e o estudo da Gramática do P. Manuel Álvares, explicando em pormenor cada uma das suas partes e seguindo o método proposto pelo seu autor.

O P. Manuel Álvares é um dos grandes humanistas do Século XVI e a sua Gramática latina teve um enorme influência nos sistemas de ensino de toda a Europa. No entanto começou a ser considerada difícil para os principiantes, e ao mesmo tempo sofreu ataques pelo simples facto de ser obra de um Jesuíta, conforme ia ganhando força a visão do mundo dos filósofos iluministas.

P. João de Morais de Madureira Feijó (S. Gens de Parada, Bragança 1688 - 1741, Jesuita egresso, Bacharel em Teologia pela Universidade de Coimbra, Prior na vila de Ançã, bispado da mesma cidade. Um dos mais importantes estudiosos da língua portuguesa, no Século XVIII, divulgou e defendeu a gramática do P. Manuel Álvares e celebrezou-se pela sua Ortografia, Lisboa 1734, que teve numerosas edições até aos fins do Século XIX, tendo influenciado decisivamente a ortografia até 1911.  

Inocêncio III, 422.  E. 1034) (C) Arte explicada: 1.ª Parte. Principios. Contém todos os nominativos, linguagens, rudimentos, generos, preteritos e declinações dos latinos e gregos, etc. Lisboa, por Miguel Rodrigues 1735. 4.º, Parte II. Syntaxe. Lisboa, por Miguel Rodrigues 1730. 4.º  Coimbra por Luis Secco Ferreira 1739. 4.º. Appendix da Syntaxe perfeita e segundo tomo da segunda parte. Escholios de nomes e verbos. Lisboa, por Miguel Rodrigues 1732. 4.º - Coimbra, por Luis Secco Ferreira, 1739. 4.º. Parte III. Tomo IV. Syntaxe figurada, syllaba e versos, com a medição. Lisboa, por Miguel Rodrigues, 1732. 4.º, Coimbra, por Luis Secco Ferreira 1739. 4.º.

 

Referência: 1701PG016
Local: M-5-B-23


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