RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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BERCHOUX. (Joseph) e Manuel Joaquim da Silva Porto. A GASTRONOMIA, OU OS PRAZERES DA MEZA, POEMA EM 4 CANTOS.

Composto em Francez por Mr. J. Berchoux, e livremente traduzido em verso Portuguez por Manuel Joaquim da Silva Porto. Typographia Comercial Portuense: Porto. 1842.

In 8º de com 164, [ii] págs.

Encadernação da época com lombada em pele.

Exemplar com ex-libris armoriado colado no interior da pasta anterior e com monograma manuscrito em letra coeva na folha de guarda.  

Impressão muito nítida, com belos caracteres redondos. A folha de rosto está enquadrada por um tarja e o texto está adornado com vinhetas tipográficas e belos florões de remate no fim dos 3 últimos cantos   

O poema termina na página 59, seguem-se as notas de página 61 a 90, inclui um advertência, na página 91, de página 93 a 164 contém uma tradução, em versos decassílabos brancos, por Silva Porto da Fedra de Racine. As páginas finais contêm as erratas.  

Excelentes traduções enriquecidas por notas e comentários, de uma obra prima do teatro Francês, e de um poema publicado pela primeira vez em 1801, que marcou a língua francesa e depois muitas outras, pela criação da palavra gastronomia. A tradução da Fedra é considerada uma das melhores, realizada verso a verso.  

Importante para a compreenção da influência da literatura francesa em Portugal e para  história da tradução. O poema A gastronomia é notável pelo seu humor e por ser a primeira vez em que a palavra «gastronomia» foi usada.  

Joseph Berchoux (Saint-Symphorien-de-Lay, Loire 1760 - Marcigny, Saône-et-Loire, 1838), poeta historiador, colaborou em diversos jornais como a Gazette de France e la Quotidienne. É autor de diversas obras entre elas: La Danse, ou les Dieux de l"Opéra, 1806 et 1808 ;Voltaire, ou le Triomphe de la philosophie moderne,1814 ; L"art politique, poème en quatre chants, 1819 e La Liberté, poème en quatre chants. 

Manuel Joaquim da Silva Porto (? - 1856) escritor que viveu no Brasil entre os inícios do século XIX e 1835, data em que voltou ao Porto. Estreou-se com a tradução da Fedra de Racine, em 1816, é autor poesias, de várias traduções incluindo de livros técnicos sobre contabilidade. 

Inocêncio VI, 22-23 e XVI, 235 e 236.

 

Referência: 1708PG054
Local: M-3-B-34

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